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O estresse possui quatro fases que podem ser classificadas em alerta, resistência, quase-exaustão e exaustão, de acordo com o quadro sintomatológico identificado.

A fase de alerta é considerada a fase positiva do estresse onde a descarga de adrenalina intensa torna o indivíduo mais atento, mais produtivo e motivado.

A fase da resistência é caracterizada pela produção de cortisol; a pessoa que fica na fase de alerta por grandes períodos ou se novos estressores se acumulam o organismo entra em ação na tentativa de restabelecer a homeostase perdida ficando mais vulnerável a vírus e bactérias.

Uma pessoa que se encontra na quase-exaustão experimenta oscilações emocionais, alternando entre momentos em que consegue pensar equilibradamente, mesmo que com muito esforço, e momentos de extremo desconforto físico e emocional. Nesta fase podem surgir doenças que a pessoa tenha predisposição a desenvolvê-las, como hipertensão arterial, gastrite, herpes simples e diabetes.

A última fase do estresse é a exaustão, considerada a fase patológica; um importante desequilíbrio interior acontece. A pessoa entra em depressão, não consegue mais viver o dia a dia, a produtividade é nula. Portanto, o estresse pode ser um dos desencadeadores ou potencializadores de doenças, pois ele pode suprimir o sistema imunológico e tornar o organismo menos resistente.